Benutzerspezifische Werkzeuge
Sie sind hier: Startseite Ande pela Rede Site auxilia jornalistas na cobertura sobre os direitos da criança e do adolescente

Site auxilia jornalistas na cobertura sobre os direitos da criança e do adolescente

Página www.redeandibrasil.org.br/eca é uma das ações do projeto "ECA 18 anos", desenvolvido pela Rede ANDI Brasil em alusão à "maioridade" do Estatuto

"Por que não se deve usar o termo 'menor'? Como se referir a meninos e meninas abusados sexualmente? Posso publicar a foto de uma criança no jornal?". Essas e outras dúvidas rotineiras são o foco do novo site da Rede ANDI Brasil, lançado com o objetivo de auxiliar os jornalistas na cobertura de temas relacionados aos direitos da criança e do adolescente. O espaço traz tópicos como uso da imagem, expressões mais adequadas e situações em que a criança pode ser colocada em risco, além de sugestões de pauta, agenda, clippings e artigos de especialistas.
A iniciativa faz parte do projeto ECA "ECA 18 anos", desenvolvido em parceria com a Fundação Itaú Social e com o apoio do Instituto C&A e do Instituto Marista de Solidariedade.
No "guia virtual", os profissionais têm ainda a oportunidade de enviar dúvidas sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que serão respondidas por meio de um "Help Desk" ou "Fale Conosco", administrado pelas organizações integrantes da Rede. Já na seção “Campanha”, spot, vídeo e cartazes alusivos à data estão disponíveis para download gratuito. Os materiais são resultantes de uma mobilização conjunta entre sociedade civil, governo e organizações internacionais, que decidiram usar a mesma identidade para promover a causa.

Sobre o ECA -
O Estatuto da Criança e do Adolescente completa 18 anos em 2008. Atinge sua “maioridade” tendo à frente grandes desafios, mas já registrando importantes avanços na garantia dos direitos de meninos e meninas. Composta por 267 artigos, a lei representa um divisor de águas na história da infância brasileira. Nasceu de um novo pensamento de sociedade, na década de 80, e a partir de uma mobilização social nacional que deu origem ao Fórum Nacional de Entidades Não-Governamentais de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Fórum DCA).
Esse movimento recolheu mais de seis milhões de assinaturas para garantir a criação de um artigo que estabelecesse os direitos dos meninos e meninas como absoluta prioridade na Constituição Federal de 1988. A Carta Magna brasileira se antecipou, inclusive, à Assembléia Geral das Nações Unidas, que adotaria, em 1989, a Convenção Internacional dos Direitos da Criança.

voltar para Ande pela Rede